Certa vez me dissera que a vida é bela. Procuro o belo n’aquilo que nem tem forma.
Sem querer formulo fórmulas para compreender o que é apenas entendido.
Surpreso, inerte e sem reação, permaneço entorpecido sem poder buscar aquilo que outrora fora incerto.
Agora espero pelo Depois, sem me dar conta que Depois é o Agora que já foi.
• informo aos leitores de Volume 8 que não tenho nenhum fundamento para escrever. O que publico aqui são apenas observações feitas ao meu cotidiano, comigo mesmo e com aqueles que convivo diariamente. Fica a critério do leitor dizer se a percepção é válida ou não. Este blog é um presente de Eu para mim mesmo. Obrigado.
6 de julho de 2008
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